Contabilidade para representante comercial: entenda por que você precisa dela!

Conheca A Contabilidade Para Representante Comercial E Entenda A Sua Importancia Blog - Vilac Contabilidade

Representante comercial: entenda por que você precisa de uma contabilidade pensada para você!

A contabilidade para representante comercial é uma forma de garantir que a sua empresa esteja com as obrigações fiscais em dia. Saiba mais em nosso artigo!

É importante contar com o apoio de profissionais especializados para auxiliar nas diversas tomadas de decisões no dia a dia.

Além de orientação técnica adequada em relação ao pagamento de tributos de acordo com as normas, cumprir com os prazos do Fisco, saber qual é o momento certo para investir no negócio, entre outros.

Ademais, você precisa ter um CNPJ para realizar a declaração do seu faturamento, e para proceder com todas as outras demandas contábeis específicas ao seu negócio.

Portanto, um profissional especializado está apto para ajudar você com a abertura da empresa, escolha do regime tributário adequado e com o cumprimento de todas as exigências legais.

Sendo assim, se você é empreendedor, esse artigo vai ajudá-lo a entender a contabilidade para representante comercial, fique conosco até o final.

Contabilidade para representante comercial: conheça sua importância!

Veja abaixo alguns motivos para a contratação de um contador para a sua empresa.

  • Escolha do regime tributário adequado à realidade do seu negócio;
  • Cumprimento das obrigações acessórias;
  • Controle do registro da contabilidade;
  • Envio de documentações diversas;
  • Controle de prazos;
  • Planejamento financeiro;
  • Contar com um especialista no seu nicho de atuação;
  • Recursos humanos;
  • Economia de tempo;
  • Entre outros.

Contabilidade para representante comercial: de que maneira ela contribui para as suas necessidades?

Em relação a todo o funcionamento burocrático, exige-se conhecimento legislativo e atualização constante, visto que a nossa legislação sofre alterações com frequência.

Sendo assim, a contabilidade para representante comercial é necessária para estar com todos os deveres em ordem, para não ter problemas fiscais, legais, entre outros.

Ou seja, para não correr o risco de receber multas ou, até mesmo, o fechamento da empresa por algum descumprimento ou falha no processo contábil.

Ademais, a definição do regime tributário adequado ao seu tipo de negócio, tamanho da empresa e faturamento contribui para que você não pague mais impostos além do necessário.

Além disso, permite realizar um planejamento financeiro para que consiga investir na sua empresa no lugar e momento certo, sem desperdiçar recursos.

Sendo assim, contar com os serviços contábeis auxilia nas tomadas de decisões que recaem no funcionamento do empreendimento e satisfação dos seus clientes.

Outrossim, trata-se de um especialista dentro do seu nicho de atuação, pois cada segmento possui suas particularidades, podendo ter uma grande diferença entre um ramo e outro.

Logo, não basta apenas compreender as leis, realizar todo o processo e cumprir com os prazos, mas também entender as ramificações do seu nicho.

Dessa maneira, um contador contribui para que a contabilidade esteja totalmente alinhada à sua empresa, seja oferecendo serviço ou produto.

Por fim, a contabilidade para representante comercial demanda tempo e dedicação diária, um profissional contábil desafoga você desse trabalho todo.

Conte com quem é referência em contabilidade para representante comercial, conte com a Vilac!

Dessa forma, observamos que uma empresa precisa de um serviço contábil que ajude a mantê-la e que contribua  para o seu crescimento.

A Vilac Contabilidade está há mais de 30 anos oferecendo serviços de consultoria contábil, fiscal, trabalhista, entre muitos outros.

Sendo assim, evite problemas com irregularidades e tenha mais segurança e tranquilidade com a nossa assessoria especializada.

Entre em contato conosco e conheça as nossas soluções para você!

Contratar uma contabilidade para meu empreendimento!

Descubra os 5 benefícios da terceirização financeira

Descubra Os Beneficios Da Terceirizacao Financeira Para Sua Clinica Medica Blog - Vilac Contabilidade

Descubra os benefícios da terceirização financeira para sua clínica Médica

Saiba os benefícios de uma terceirização financeira para sua clínica

A Terceirização Financeira pode ajudar a sua empresa otimizando o funcionamento do seu negócio e promovendo oportunidades únicas. Além disso, ela apresenta soluções em segmentos importantes do setor de finanças na estrutura da sua empresa. 

Ao terceirizar o seu setor financeiro, seu negócio poderá:

  1. Reduzir de Custo;
  2. Realizar o Gerenciamento Eficiente dos Documentos
  3. Ter mais foco no seu Core Business
  4. Aumentar a Produtividade

Se você tem uma clínica médica e quer entender mais sobre a terceirização financeira, continue lendo nosso artigo.

5 benefícios da terceirização financeira 

1- Maior atenção ao seu negócio

Você poderá focar no que realmente importa, e poderá expandir mais ainda, onde já é bom. 

Entender que não podemos ser especialistas em tudo e que não podemos dominar todas as áreas de um negócio é fundamental para saber delegar. 

Quando você delega uma função na qual não tem todo o conhecimento e não tem tempo para aprender mais, você possibilita o crescimento do seu negócio naquela área onde você se destaca.

Use todo seu potencial onde você é bom. É óbvio que precisamos saber um pouco de tudo, mas quem sabe um pouco de tudo, não sabe muito de nada, foco no que você já é especialista. 

2- Previsão financeira clara

Quando não controlamos determinada atividade, não conseguimos gerenciá-la. Pior do que não controlar é fazer isso errado.

Ter visão da sua situação financeira irá lhe permitir prever que tipo de ações poderão ser levadas em consideração para o bem do seu negócio, de acordo com o seu objetivo. 

Algo só poderá ser corrigido após serem entendidos os sintomas. Ter indicadores é essencial para você poder tomar decisões, como veremos no próximo item.

3- Decisões estratégicas 

Assim como o item 2 irá te auxiliar para desenvolver uma visão estratégica, este passo irá lhe proporcionar assertividade na hora de agir. 

Um especialista no assunto poderá promover, para sua clínica, informações como:

  • fluxo de caixa;
  • endividamentos;
  • inadimplência;
  • serviços mais vendidos;
  • ponto de equilíbrio;
  • serviços mais rentáveis.

Além de outros pontos que irão te direcionar para o caminho mais correto. Promovendo, também, constante aumento dos seus resultados. 

4- Reduzir custos e despesas

Com toda essa visão do seu negócio e do mercado, que você irá desenvolver junto ao especialista, é possível alcançar a tão sonhada redução de custos.

Outro aspecto interessante é que a terceirização financeira, custa em média, metade dos gastos que você teria com um funcionário dentro da sua empresa, direcionado a fazer essa gestão.

Afinal, teriam que ser pagos além dos salários, todos os encargos trabalhistas, 13º, férias, vale-refeição, vale-transporte, planos de saúde e os demais benefícios. 

5- Gerenciamento de documentos

O volume de documentação que um negócio contém, é bem alto.  Sendo assim, em vez de se dedicar a essa função, você economiza o seu tempo se dedicando a outras áreas de gestão da sua clínica. 

Vilac: soluções inteligentes para sua empresa ir além

A terceirização financeira é uma ótima opção para sua clínica médica. Afinal, você poderá focar no que realmente precisa da sua atenção. 

Enquanto outros profissionais especializados farão o gerenciamento de informações imprescindíveis para o crescimento de um negócio.

Nós, da Vilac, daremos a você o suporte necessário para realizar escolhas alinhadas com as suas necessidades. Fale com a gente e entenda como.

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Previsão orçamentária condominial: 4 dicas valiosas para fazê-la

Confira 4 Dicas Para Fazer Uma Excelente Previcao Orcamentaria Blog - Vilac Contabilidade

Essas dicas vão ajudar você a fazer uma previsão orçamentária acertada!

Por meio de uma previsão orçamentária fica muito mais fácil administrar as finanças do seu condomínio. No artigo de hoje, vamos conversar sobre 4 delas, as quais vão ajudar você a fazer o seu orçamento com mais eficiência.

A gente sabe o quão os recursos financeiros são escassos, por conta disso, um dos requisitos para uma administração de condomínios eficiente é ter uma boa organização e elaborar uma previsão orçamentária adequada.

Isso porque, com a ajuda dela, fica mais fácil usar, de maneira consciente, os valores dos seus condomínios, evitando surpresas desagradáveis ou mesmo o não-cumprimento de suas obrigações.

No artigo de hoje, trouxemos 4 dicas importantes para que você a faça da forma correta, alinhada com as necessidades do seu condomínio.

Fique com a gente até o final e ótima leitura!

O que é uma previsão orçamentária?

Uma previsão orçamentária é um documento que contém uma projeção dos gastos e despesas que o seu condomínio terá em um determinado período.

Empresas de todos os tipos e portes contam com ela para evitar desperdícios de recursos e para direcioná-los com mais adequação.

Por meio dela fica, inclusive, muito mais fácil lidar com imprevistos e contingências.

Mas é importante deixar claro que ela não deve ser feita de qualquer forma.

Quando a sua previsão orçamentária não é feita da maneira adequada, todos os seus planos correm o risco de não darem certo, na verdade, poderá fazer com que você tenha mais problemas.

Quer saber como?

Por exemplo, digamos que você tenha feito um planejamento de um determinado valor de entradas e programado suas despesas considerando esse número.

Caso os ingressos de recursos não estejam alinhados com a sua previsão orçamentária e sejam menores, você poderá não ser capaz de honrar seus compromissos, acabando por recorrer a empréstimos bancários.

E aí, você já sabe, não é mesmo? Pagamento de juros, multas moratórias… Ou seja, o problema tende a crescer ainda mais.

Mas prestando atenção — e aplicando — as seguintes dicas, você evitará que isso seja parte da sua realidade, vamos a elas?

1 – Entenda o que considerar ao elaborar o seu orçamento

Inicialmente é importante que você tenha uma ideia geral do seu condomínio, conhecendo suas despesas, custos e receitas recorrentes.

Também considere aspectos que possam influenciar os seus números em um determinado período, como as sazonalidades.

De posse dessas informações fica muito mais fácil alinhar a sua previsão orçamentária com o que, de fato, ocorrerá futuramente.

Os relatórios produzidos para prestação de contas.

2 – Considere gastos extras

Elabore a sua previsão orçamentária considerando a ocorrência de eventualidades.

Lembre-se que reparos, reformas e aquisições podem ser necessários, principalmente para garantir mais segurança a todos aqueles que usam o imóvel.

Sabe aquele ditado: “se prepare para o pior, espere o melhor e aceite o que vier”? Lembre-se dele quando estiver elaborando o documento.

Ele ajudará você, inclusive, a ter mais tranquilidade ao ter que lidar com as situações excepcionais que fizeram surgir esses “gastos extras”.

3 – Faça investimentos

Sim, o seu condomínio pode — na verdade deve — ter algum tipo de investimento — e aqui, até na poupança está valendo!

Mas isso, é claro, se não tiver nenhuma cláusula na convenção proibindo.

Reservar periodicamente um valor, além de tornar mais fácil para quando estiver passando por adversidades, reduz a desvalorização da moeda, devido à inflação, por meio dos rendimentos.

4 – Tenha controles eficientes

Não basta fazer uma notável previsão orçamentária, é necessário acompanhar e confrontar periodicamente com os valores que, de fato, estão sendo movimentados no seu condomínio.

Isso é importante, inclusive, para realizar reajustes e adequar sua administração a novos cenários.

Mas fica a pergunta: como fazer isso, se você não tiver controles eficientes?

Sendo assim, é importante registrar cada entrada e saída de recursos, controlar suas contas a pagar, a receber, índice de inadimplência, tudo que envolve valores.

Vilac: somos uma contabilidade especializada que ajudará você a ter uma administração de condomínios satisfatória

Esses são apenas alguns dos pontos que precisam ser considerados ao realizar a previsão orçamentária do seu condomínio, mas é claro que existem vários outros aspectos que vão ajudar você a elaborá-la com mais qualidade.

Nós, da Vilac, somos uma contabilidade especializada nesse ramo e daremos a você o apoio necessário para que você acompanhe suas finanças com mais facilidade.

Quer saber como?

Então clique no ícone do WhatsApp, presente na sua tela, e converse agora mesmo com um de nossos especialistas! 

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Microempreendedor, cuidado com o que faz fora do contrato!

MEI: Entenda como funciona o Termo de Ciência e Responsabilidade
Você é MEI mas não sabe o que é e nem como funciona o Termo de Ciência e Responsabilidade? Descubra agora mesmo tudo o que você precisa saber!
Se você é MEI, precisa saber o que é e como funciona o Termo de Ciência e Responsabilidade. Afinal, para abrir qualquer empresa, é preciso preencher uma série de requisitos legais envolvendo as esferas federal, estadual e municipal, certo?

Por exigir uma série de documentos, esse é um processo que pode ser longo e, às vezes, bastante demorado. Mas para quem é MEI essa operação é facilitada, em parte, pelo Termo de Ciência e Responsabilidade, uma declaração capaz de substituir boa parte da papelada por 180 dias.

Conheça agora mesmo o que é esse termo e qual a sua importância para o MEI!

O que é um Termo de Ciência e Responsabilidade?
O Termo de Ciência e Responsabilidade pode ser usado para muitos fins cujos propósitos sejam de legalizar uma situação, comprovando que uma pessoa, seja física ou jurídica, está de acordo com as normas precedidas.

Os Termos são vinculados a uma declaração, a qual expressa que o declarante leu e concordou com as atribuições descritas no documento.

Esses documentos precisam coletar os dados de quem declara, bem como deixar claro o que está sendo regrado, ou seja, o que aquela pessoa precisa cumprir como sua responsabilidade.

Além disso, deverá conter a assinatura da pessoa, bem como data e local.

Uma vez que a regra for quebrada, é possível utilizar o Termo de Ciência e Responsabilidade para comprovação de que houve o aceite de todas as normas, o que poderá implicar em danos, reparações, multas ou punições para quem as quebrou.

Termo de Ciência e Responsabilidade para MEI
O Termo de Ciência e Responsabilidade é um documento que declara que as regras e normas que devem ser usadas para formalização do MEI são de seu conhecimento.

Essa declaração segue as normas do estado e município que o exigem para a liberação do registro como Microempreendedor.

Ao se inscrever como MEI, um Alvará Provisório de Funcionamento é gerado, juntamente ao CCMEI – Certificado da Condição de Microempreendedor Individual. Esse documento tem um prazo de validade que se estende por 180 dias, ou seja, seis meses.

Para concluir sua formalização como Microempreendedor Individual, o MEI precisa declarar que está ciente de suas responsabilidades exigidas pelo estado e município.

Dessa forma, ele precisa assinar um Termo de Ciência e Responsabilidade para concessão do Alvará de Funcionamento e Licenças.

Quem precisa fazer o termo?
Todo empreendedor que queira se formalizar como MEI, ou seja, quem está buscando se inscrever como Microempreendedor vai precisar assinar o Termo, declarando estar ciente de todas as suas obrigações.

O termo é emitido logo que o MEI realiza o cadastro e possui o efeito de alvará de funcionamento provisório, sendo assinado digitalmente.

Isso significa que ele declara que cumprirá as normas estaduais e municipais quanto a aspectos como uso de ocupação do solo e normas sanitárias.

Caso o MEI não seja fiel ao cumprimento das normas declaradas no Termo, poderá ser multado e apreensões poderão ser feitas, além de correr o risco de ter o registro de seu empreendimento cancelado.

Ele tem prazo de validade?
Como o Termo de Ciência e Responsabilidade é emitido no momento de inscrição como MEI, tendo sob seu uso o Efeito de Alvará de Licença e Funcionamento Provisório, ele segue o prazo de validade do alvará, que é de 180 dias.

Passado esse tempo, o Termo de Ciência e Responsabilidade com efeito de Alvará provisório se torna definitivo caso a Prefeitura Municipal não realize as intermediações junto à fiscalização do ambiente de trabalho do MEI.

No entanto, isso não faz com que o termo perca seu efeito, afinal a Prefeitura poderá cassar o registro do MEI a qualquer tempo, caso este não esteja de acordo com a legislação.

Existe algum modelo “oficial” a ser seguido?
De modo geral, esses termos precisam apresentar os dados do declarante, informações sobre as normas das quais este declara estar ciente e consequências das violações dessas regras.

Mas se você está em dúvida de como pode ser o Termo de Ciência e Responsabilidade no caso do MEI, poderá seguir o modelo disponibilizado pelo Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.

Veja abaixo:

TERMO DE CIÊNCIA E RESPONSABILIDADE

Termo de Ciência e Responsabilidade com efeito de Alvará de Licença e Funcionamento Provisório.

Declaro, sob as penas da lei, que conheço e atendo os requisitos legais exigidos pelo Estado e pela Prefeitura do Município para a emissão do Alvará de Licença e Funcionamento, compreendidos os aspectos sanitários, ambientais, tributários, de segurança pública, uso e ocupação do solo, atividades domiciliares e restrições ao uso de espaços públicos. O não atendimento a esses requisitos acarretará o cancelamento deste

Alvará de Funcionamento Provisório.

O que acontece após o Termo expirar?
Como já mencionado, após o prazo de 180 dias em que o Termo de Ciência e Responsabilidade com efeito de Alvará de Licença e Funcionamento Provisório do MEI expirar, o MEI passa a ter o alvará definitivo de funcionamento.

Essa definição encontra-se no inciso 2º do artigo 16 da Resolução Nº 48, de 11 de outubro de 2018, que afirma que após esse prazo o MEI obtém a permissão de exercer suas atividades no registro e enquadramento como Microempreendedor.

No entanto, ainda será possível que a Prefeitura se manifeste diante de alguma irregularidade que possa ser encontrada mesmo após o Alvará definitivo. Nesse caso, o MEI deverá ser notificado e realizar os ajustes necessários.

Esse processo deverá ter outro prazo e, caso haja o descumprimento das abordagens solicitadas, o MEI poderá ter seu Termo de Ciência e Responsabilidade com efeito de alvará cancelado.

Isso quer dizer que é muito importante que o microempreendedor se mantenha dentro da legalização para que seu negócio não corra riscos e o seu termo não seja cancelado.

Então, se você já entendeu como funciona o Termo de Ciência e Responsabilidade e porque é importante para o MEI, mas ainda tem dúvidas sobre a regulamentação como microempreendedor, nós ajudamos!

Fonte: Jornal Contábil

Saiba agora como a tecnologia te ajuda a gerir sua equipe mesmo estando distante!

Especialista conta sobre os desafios de liderar equipes de trabalho à distância e orienta sobre ferramentas para facilitar o trabalho.
O home office chegou para ficar. Apesar de não ser uma novidade completa, já que muitos profissionais já trabalhavam dessa forma (entre eles vendedores externos, consultores e técnicos de campo), a modalidade passará a ser definitiva para 73,8% das multinacionais instaladas no Brasil.
O dado foi levantado pela consultoria Cushman e Wakefield, que entrevistou líderes dessas empresas. Agora, as dúvidas mais recorrentes são como administrar este trabalho externo e controlar a carga horária de cada colaborador para assegurar um processo seguro e livre de riscos trabalhistas por reivindicações de horas extras e demais adicionais de salário. No entanto, a resposta para todas elas é uma só: tecnologia.

A verdade é que a situação, apesar de instalada, era tratada com certo improviso. O funcionário poderia simular que cumpria os seus horários e a empresa não contava com meios eficientes para atestar que tal carga horária era real, uma vez que geralmente era mal documentada. Ou ao contrário: o colaborador ultrapassava os horários combinados, no intuito de melhorar sua produtividade, o que também poderia acarretar problemas legais para a empresa.

Algumas ferramentas, no entanto, surgiram para tentar controlar esse cenário, mas apesar disso eram dotadas de muitas brechas e implicavam em deficiências operacionais, permitindo fraudes cada vez mais criativas.

O surgimento do coronavírus, na verdade, antecipou a concretização do trabalho remoto, uma tendência que vinha se fortalecendo no Brasil, mas que ainda contava com alguma resistência.

Assim, como um único recurso possível no cenário da pandemia, grande parte dos colaboradores foram liberados para trabalhar em sistema home office, portanto a necessidade de controle sobre as suas cargas horárias se tornou mais premente. E as empresas saíram em busca do que o mercado possuía para atender a essa necessidade imediata.

Além dos colaboradores recém-estabelecidos no home office, há também os inúmeros colaboradores rurais, que marcam o ponto quando chegam na empresa e saem para trabalhar nas lavouras de cana, de laranja, de grãos, entre outras.

Essas pessoas têm registradas as entradas e saídas, mas em muitos casos não marcam os intervalos de descanso e refeição. Pronto: mais uma brecha aberta para reclamações trabalhistas.

Para problemas desse porte, existem muitas alternativas, mas poucas conseguiram efetividade real na gestão de equipes e garantias legais contra as ações trabalhistas. Como já mencionado, a palavra de ordem é a tecnologia, que deve ser acessível a todos, de fácil manuseio e compreensão.

Nesse sentido, a melhor delas talvez seja o aparelho celular (smartphone). A qualidade e os recursos desses equipamentos são cada vez maiores e o investimento envolvido é bastante pequeno, considerando os benefícios possíveis quando bem utilizados. Outra vantagem é que hoje praticamente todos possuem um aparelho celular para o seu uso, às vezes até mais que um.

Todos esses fatores tornam este um equipamento adequado, com o qual os colaboradores já possuem bom domínio operacional e não precisam de treinamentos específicos. O mundo com a Internet, com a telefonia móvel e com o advento dos aplicativos abriu um campo imenso para soluções que atendem à grande necessidade de mobilidade das pessoas e de suas funções profissionais.

Mas como então garantir que as operações de registro de ponto e/ou atividades são feitas pela pessoa contratada? A tecnologia de reconhecimento facial é um respiro nesse sentido, justamente porque permite essa comprovação. E para dotá-la de recursos que acompanhem o tempo – afinal, um rosto envelhece, além de ocorrerem mudanças estéticas, como crescimento ou retirada de barba e bigode, cortes de cabelo, penteados diferentes, uso de óculos ou lentes etc.

Para isso, a Inteligência Artificial (IA) é uma ferramenta fundamental, que permite ao sistema “aprender” com o tempo a reconhecer sempre a mesma pessoa.
Junta-se a esses sistemas dotados de IA recursos antifraude, como sistemas de “livenness”, de detecção de hora fake, de GPS fake, as ferramentas de MDM (Mobile Device Management), entre outros para aumentar a segurança da empresa e também dos colaboradores.

Além da praticidade que oferece, os sistemas de reconhecimento facial atendem à legislação. A Portaria 373 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) trata exatamente dos sistemas alternativos de marcação de ponto, oferecendo todo o amparo legal a essas soluções de mercado.

Pois é! Mais um desafio vencido. Foco agora na prevenção contra o coronavírus e cuidem-se. Gerir equipes a distância já tem solução disponível.

Fonte: Contábeis

MEI: Mais de 327 mil pessoas aderiram ao regime durante a Pandemia

O registro de MEIs continuou aquecido durante a pandemia de Coronavírus, atingindo a marca de 10 milhões de contribuintes.
Dados do Portal do Empreendedor revelam que o registro de novos microempreendedores individuais não perdeu força na quarentena. Ao todo, mais de 327 mil pessoas se formalizaram como MEIs no Brasil desde o início da pandemia do novo coronavírus.
Esses novos contribuintes fizeram com que o número de microempreendedores individuais passasse de 9,8 milhões, na segunda quinzena de março, para 10,2 milhões no fim de maio.

Empreendedorismo
A Subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas do Ministério da Economia, Antonia Tallarida, em entrevista ao Correio Braziliense afirmou que acredita que o período de isolamento social ajudou a despertar a já elevada vocação empreendedora dos brasileiros.

Segundo o Sebrae, 37% dos brasileiros sonham em abrir o próprio negócio, 46% veem boas oportunidades nessa ideia e 62% dizem que já têm até os conhecimentos necessários à empreitada. “Muitas pessoas decidiram se reinventar na quarentena. E o MEI traz a possibilidade de fazer isso de maneira formal, permite que a pessoa acesse vários benefícios”, diz Antonia.

Ela lembra que é possível se cadastrar no MEI sem sair de casa, basta acessar o Portal do Empreendedor e inserir os dados pessoais e as informações do negócio. “É preciso definir bem o escopo da atividade, deixando claro o modo de atuação, o público-alvo, o investimento necessário e o fluxo de renda esperado”, explica.

Os “MEIs da quarentena” ainda têm o benefício de deixar para depois o pagamento da contribuição mensal do Simples. Para dar um alívio de caixa aos microempreendedores, o governo empurrou para o fim do ano o vencimento das parcelas de abril, maio e junho. O valor não passa de R$ 58,25 por mês.

A tendência de aumento do microempreendedorismo individual não deve acabar com a quarentena. Ao contrário, tem tudo para ganhar ainda mais força. Especialistas explicam que, além de despertar a vocação empreendedora de gente como João Nogari, a pandemia da covid-19 afetou negativamente a renda de milhões de famílias e empresas brasileiras, fazendo com o que desemprego disparasse no Brasil. O cenário de crise econômica e alta do desemprego favorece um outro tipo de empreendedorismo: o de necessidade.

Os MEIs da quarentena
Após as crises econômicas, é normal aumentar o número de empreendedores. O Monitor Global de Empreendedorismo (GEM, na sigla em inglês) mostra que a taxa de empreendedorismo inicial, que considera os negócios formais e informais com menos de 3,5 anos, teve picos de crescimento no Brasil tanto na crise de 2008, quanto na de 2015. Na primeira, a taxa saiu de 12%, em 2008, para 15,3%, em 2009, e 17,5%, em 2010. Na última, passou de 17,2%, em 2014, para 21%, em 2015.

O GEM estima que a taxa vai saltar dos atuais 23,3% para o recorde de 25% neste ano em virtude da crise do novo coronavírus. Afinal, antes de a pandemia fechar milhares de postos de trabalho país afora, 88% dos brasileiros que queriam abrir um negócio já admitiam que uma das motivações para empreender era “ganhar a vida, já que o emprego é escasso no Brasil”.

O índice era o nono maior do mundo e crescia entre as mulheres (90,8%), os negros (90%) e a faixa etária entre 35 e 54 anos (91,6%), que devem a ser os mais afetados pelo avanço do desemprego e a maior parte dos novos empreendedores brasileiros.

“Com a pandemia, houve a paralisação de muitas atividades, que levou a demissões. Muita gente ficou sem renda e, por necessidade, vai criar um negócio. Por isso, a projeção é de que um em cada quatro brasileiros estará no grupo de pessoas que tentarão abrir um negócio, seja formal, seja informal”, revela o analista do GEM no Sebrae, Marcos Bedê.

O especialista orienta, contudo, paciência e planejamento, porque parte dessas empresas que são abertas por necessidade, no ímpeto em meio a uma crise econômica, corre o risco de fechar depois de algum tempo. Como a crise da pandemia será mais forte do que as anteriores, os “MEIs da quarentena” precisam avaliar bem o seu negócio, sem metas de faturamento muito ousadas, porque a retomada será lenta.

Fonte: Contábeis

A MP 905 foi revogada! Confira o que mudou e o que não!

A MP 905/2019, que versava sobre o “Contrato Verde e Amarelo”, foi revogada pela MP 955/2020, com efeito, as alterações que seriam propostas foram revogadas, ou seja, não mais existiriam.
No entanto, quais efeitos essa revogação irá gerar?
Certamente, neste cenário caótico que temos com a pandemia, é preciso garantir a segurança jurídica para empregador e funcionários, com a revogação tal situação inexiste, visto que há uma instabilidade para as empresas, as relações trabalhistas e incertezas sobre os recolhimentos de encargos sociais. Somando-se às mudanças estabelecidas por outras medidas provisórias de combate ao estado de calamidade pública (MP 927 e MP 936), observa-se uma falta de orientação dos empregados.

Inúmeras alterações foram propostas pela MP 905/2019, vez que, durante sua vigência, foram adotadas por muitos empregadores que, se valendo da oportunidade de poder contratar novos empregados com menor custo, principalmente em relação aos encargos sociais, firmaram contrato de trabalho.

Diante deste cenário confuso, o que se percebe é, como dito anteriormente, uma insegurança da parte de funcionários e principalmente dos empregadores, pois, com a perda da eficácia da MP, não sabem ao certo qual regime deverá prevalecer, se o contrato Verde e Amarelo ou a conversão para o contrato comum.

O texto original da MP 905, publicada em 12 de novembro de 2019, havia implementado diversas alterações e inovações nas legislações previdenciária, trabalhista e tributária, vejamos:

Alterações na jornada de trabalho dos bancários que a aumentavam de seis para oito horas diárias, exceto para os bancários que operam no caixa.
O adicional de Periculosidade somente seria devido quando houvesse exposição permanente do trabalhador por, no mínimo, 50% de sua jornada normal de trabalho. O percentual do adicional de periculosidade poderia ser de 5% do salário do empregado, desde que houvesse seguro de vida em nome do trabalhador (art. 15, § 3º da MP 905/2019).
O trabalho aos domingos e feriados era autorizado, desde que previsto em contrato, independentemente de ato administrativo da Secretaria Especial de Trabalho e Previdência.
O valor do salário no ato do contrato era limitado a 1,5 salários mínimos.
Como consequência imediata da revogação tem-se a perda de sua validade jurídica. Entretanto, as situações jurídicas já consolidadas e decorrentes de atos praticados durante a vigência da MP nº 905/2019 deverão ser conservadas.

Desta forma, as legislações anteriormente alteradas ou revogadas voltam a ter validade:

O salário poderá ser estabelecido de acordo com a negociação entre as partes, respeitado o limite minimo (salário mínimo), o piso salarial estadual ou o piso da categoria profissional.
Agora permanece a regra do trabalho aos domingos e feriados, desde que aprovado por convenção coletiva, observada a legislação municipal (Lei 11.603/2007) ou para as empresas que exercem atividades constantes da relação anexa ao Decreto 27.048/49.
Agora segue a regra normal do adicional de periculosidade de 30% do salário do empregado, ainda que a exposição seja intermitente.
Restabelecimento da norma a jornada diária de trabalho destes empregados será de 6 (seis) horas contínuas nos dias úteis, com exceção dos sábados, que de novo foi considerado dia útil não trabalhado. Também não é mais possível celebrar acordos individuais com previsão de trabalho superior a seis horas diárias e 30 semanais;
Tais mudanças vão gerar confusão e insegurança, pois as propostas pela MP 905/2019 perderam sua eficácia, no entanto algumas as situações jurídicas decorrentes de atos praticados durante a vigência da MP deverão ser conservadas.

Fonte: Jornal Contábil

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