Representante comercial pode usar Simples Nacional? Descubra agora

Veja Agora Se Representante Comercial Pode Usar O Simples Nacional Blog - Vilac Contabilidade

Regime tributário para representante comercial: Posso usar o Simples Nacional?

Você, representante comercial, já sabe qual o regime tributário é o ideal para você e se pode usar o Simples Nacional para sua atividade? Neste artigo, mostraremos como é o sistema tributário para representação comercial 

Para trabalhar como representante comercial, você pode atuar como autônomo e como empresa, o que pode ser uma vantagem em termos de tributação. Vamos entender melhor?

A depender da receita bruta que o representante comercial adquire mensalmente, atuar como empresa pode ser vantajoso, pois as alíquotas de tributação podem ser menores que para um representante que atua como pessoa física.

Nesse cenário, podem surgir dúvidas, como, por exemplo, qual o regime ideal e se é possível, para representantes comerciais, a utilização do Simples Nacional.

Confira agora a possibilidade de utilização do Simples Nacional em seu caso.

Veja também mais assuntos voltados para empresas acessando materiais listados abaixo.

Entenda mais sobre o regime de tributação

O regime de tributação é necessário para toda empresa. Com ele, é possível fazer a apuração de tributos da empresa.

No Brasil, existem três possibilidades de regime tributário em que as empresas podem se enquadrar de acordo com suas atividades e faturamento. Eles são o Simples Nacional, o Lucro Real e o Lucro Presumido.

Como funciona o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime tributário que funciona de forma simplificada. O pagamento dos impostos devidos pela empresa é calculado em uma única guia, desse modo é possível pagar todos os impostos de maneira mais facilitada.

Para se enquadrar no Simples Nacional, a empresa precisa ter faturamento anual de até 4,8 milhões de reais.

Representante comercial pode usar o Simples Nacional?

A resposta é sim, a atividade exercida por representantes comerciais pode sim ser enquadrada no Simples Nacional, veja abaixo como funciona esse regime para a representação comercial.

Simples Nacional, como funciona para representante comercial?

O representante que optar pela utilização do Simples Nacional pode seguir duas possibilidades. São elas:

  • Anexo III, e;
  • Anexo V.

No Anexo III, as alíquotas iniciais são de 6% sobre o faturamento médio mensal, que pode ser até R$ 15.000,00. Já com o Anexo V, as alíquotas iniciais são de 15%.

Porém, para optantes do Simples Nacional, é necessário analisar, também, a incidência do Fator R.

O Fator R é um termo utilizado para representar uma forma de cálculo disponível. Esse fator é utilizado para cálculo para o enquadramento no Anexo III do Simples Nacional.

Como saber qual o melhor regime tributário para representante comercial?

Como visto anteriormente, cada caso é único, e existe uma série de fatores a serem analisados na hora dessa escolha. 

A maneira de garantir uma decisão correta e sem erros é ter o auxílio de uma contabilidade especializada para orientá-lo.

Conheça a Vilac Contabilidade!

Somos uma empresa especializada em serviços contábeis para representantes comerciais.

Com o nosso apoio, ficará fácil exercer as escolhas para sua empresa de representação, visando a uma economia na tributação de forma legal e efetiva. 

Contate-nos agora e saiba qual o regime tributário ideal para você.

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Malha fina: saiba como resolver esse problema!

Voce Caiu Na Malha Fina Descubra Agora O Que Fazer Para Resolver Esse Problema Blog - Vilac Contabilidade

Descubra como resolver o problema da malha fina com passos simples

Entenda o que fazer quando cair na malha fina para evitar os problemas com a Receita

Cair na malha fina é um dos temores de grande parte dos contribuintes no processo de declaração do Imposto de Renda. Isso porque ninguém quer sofrer punições da Receita Federal.

Todavia, caso isso aconteça com você, caro leitor, saiba que é possível resolver esse problema mais rápido do que você imagina e, assim, você consegue se proteger das garras do Leão da Receita Federal.

Por isso, no artigo de hoje, vamos explicar tudo o que você precisa saber para resolver o problema da malha fina.

Acompanhe!

O que é a malha fina?

A malha fina, ou malha fiscal, como também é conhecida, consiste em uma análise detalhada das declarações que apresentarem inconsistências após o cruzamento de informações com os dados informados por terceiros.

Isso acontece porque, além do contribuinte, outras pessoas e entidades, como empresas, instituições financeiras e corretoras, também precisam prestar contas à Receita Federal por meio do envio de informações sobre as suas movimentações financeiras.

Sendo assim, imagine a seguinte situação: você não informou ganhos com aluguéis de imóveis, mas os seus inquilinos declararam esses valores. Ao realizar o cruzamento de informações, a Receita Federal encontrará inconsistências na sua declaração, e ela ficará retida em malha fiscal.

Outro rendimento que muita gente esquece de informar é em relação ao ganho de capital. Entenda um pouco mais sobre o assunto acessando o link abaixo:

O que acontece ao cair na malha fina?

Agora que você já sabe como funciona a malha fina, é importante esclarecer por que tantos contribuintes a temem, não é mesmo? Esse temor se explica, pois, ao ter a declaração retida na malha fina, você ficará impedido de receber a restituição até resolver o problema, bem como ficará exposto a punições da Receita Federal, como:

  • Pagamento de multas;
  • Bloqueio do CPF;
  • Responder por crime de sonegação fiscal.

São problemas graves e, por isso, devem ser evitados. A melhor forma de evitar a malha fina é evitar erros e omissões na declaração. Por isso, contar com o auxílio de profissionais contábeis é a melhor forma de se proteger desse problema.

Se você já caiu na malha fina, é importante saber como resolver esse problema, e nós, da VILAC, vamos ajudar você. Acompanhe!

O que fazer quando cair na malha fina?

O problema da malha fina pode ser resolvido seguindo o passo a passo abaixo:

  1. Identificar os motivos para você ter caído na malha fina, como erros no preenchimento ou não ter informado algum rendimento;
  2. Realizar o preenchimento e o envio da declaração retificadora com as informações corrigidas;
  3. Aguardar o comunicado oficial da Receita Federal;
  4. Prestar contas ou comprovar seus rendimentos, com a apresentação dos documentos necessários.

Trata-se de uma etapa importante e, nesse sentido, deve ser realizada por profissionais especializados para evitar novos erros e mais problemas.

Logo, entre em contato conosco! Os nossos profissionais estão preparados para ajudar você.

Caiu na malha fina? A VILAC vai ajudar você!

Nós, da VILAC, somos especialistas em Imposto de Renda e estamos no mercado desde 1989 ajudando pessoas físicas e pessoas jurídicas a entregarem suas declarações da forma certa e sem riscos.

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Saiba tudo sobre o prazo para declarar o IRPF 2022

Irpf 2022 Atencao Aos Ultimos Dias Para Declarar Blog - Vilac Contabilidade

Evite o pagamento de multas por não declarar o IRPF 2022

Conheça os prazos para declarar o IRPF 2022 e evite problemas com a Receita Federal

O IRPF é o Imposto de Renda da Pessoa Física. Ele é cobrado todos os anos sobre a renda de pessoas físicas residentes no Brasil.

A sua declaração é obrigatória e deve ser apresentada todos os anos dentro do prazo estabelecido para evitar punições por parte do governo.

Dessa forma, para que você não caia nas garras do Leão da Receita Federal, preparamos o artigo de hoje com tudo o que você precisa saber para que não perca o prazo para declarar o IRPF 2022.

Então continue conosco e boa leitura!

Quem deve declarar o IRPF 2022?

Em primeiro lugar, é importante entender quem deve ou não declarar o IRPF 2022. Assim, você saberá se deve começar a se preparar para cumprir com essa obrigação fiscal.

Dessa forma, de acordo com a Instrução Normativa RFB Nº 2.065, deve declarar o IRPF 2022 a pessoa física que, em 2021:

  • Recebeu rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 28.559,70;
  • Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma foi superior a R$ 40.000,00;
  • Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou de direitos sujeito à incidência do Imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e de assemelhadas;
  • Obteve receita bruta, relativa à atividade rural, em valor superior a R$ 142.798,50;
  • Pretenda compensar, no ano-calendário de 2021 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2021;
  • Teve, em 31 de dezembro, posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, acima de R$ 300.000,00;
  • Passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro;
  • Optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda.

Veja também:

Qual o prazo para declarar o IRPF 2022?

O prazo para declarar o IRPF 2022 começou no dia 07 de março e será encerrado às 23h59min59s, horário de Brasília, do dia 31 de maio de 2022.

O prazo está acabando, então é fundamental que você comece já a se preparar para realizar a declaração de forma correta e dentro do prazo. 

Afinal, quem entregar a declaração fora do prazo, ou não a entregar, sofrerá punições por parte da Receita Federal. Vamos entender um pouco mais sobre essas punições a seguir!

O que acontecerá com quem perder o prazo para declarar o IRPF 2022?

As principais punições para quem entregar a declaração do IRPF 2022 após o prazo oficial ou não a enviar são:

  • Impossibilidade de receber a restituição até resolver a pendência com o fisco;
  • Pagamento de multas;
  • Bloqueio do CPF (CPF pendente de regularização).

Em relação às multas, o valor começa a contar no dia seguinte ao prazo final de entrega da declaração e termina na data do envio da declaração ou, caso não seja entregue, na data do lançamento de ofício pela Receita Federal.

Mas quais são os valores dessa multa? Conforme o art. 10º da Instrução Normativa RFB Nº 2.065, o atraso ou a não declaração do Imposto de Renda sujeita o contribuinte à multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o valor do Imposto de Renda devido. O valor mínimo da multa é de R$ 165,74, mas ela pode chegar até 20% do valor do Imposto de Renda devido.

Contudo, caso o contribuinte não realize a entrega da declaração, essa multa ainda poderá ser de 75% sobre o valor de imposto devido quando ocorre o lançamento de auto de infração, podendo, ainda, chegar a 150% do valor do imposto devido caso seja comprovado fraude ou tentativa de ocultação de dados.

Para saber mais sobre as multas por atraso, acesse o link abaixo:

Evite o pagamento de multas por não declarar o IR, conte com o suporte da VILAC!

Nós, da VILAC Contabilidade, estamos há mais de 30 anos prestando serviços de qualidade nas áreas contábil, fiscal, tributária, societária e jurídica para pessoas físicas e empresas de diferentes portes e segmentos.

Além disso, somos especialistas em Imposto de Renda. Dessa forma, temos a experiência e a expertise que você precisa para entregar a declaração de forma correta e dentro do prazo.

Conosco, você não terá dores de cabeça, burocracia e, muito menos, problemas com a Receita Federal.

Clique aqui para conhecer melhor os nossos serviços de Imposto de Renda e não esqueça de entrar em contato conosco para tirar suas dúvidas e ter o suporte necessário para cuidar do seu IRPF 2022.

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Descubra o que é ganho de capital e quem deve declará-lo no IR

Veja Quando Deve Se Declarar O Ganho De Capital No Ir Blog - Vilac Contabilidade

Entenda agora o que é ganho de capital e em quais casos é preciso declará-lo no IR

Para evitar problemas com a Receita Federal, é essencial saber quando é obtido e quando há a obrigatoriedade da declaração no IR do ganho de capital. Neste artigo, traremos todas as informações necessárias para evitar problemas com o fisco.

Saber o que é ganho de capital e como deve ser declarado é essencial a fim de evitar problemas com o fisco, isso porque é normal surgirem dúvidas quanto à obrigatoriedade ou não da declaração dele no IR.

Em casos de ganho de capital específico, como venda de imóveis e carros, será necessário separar parte do valor para o pagamento do imposto, que varia de acordo com valores da venda em questão. Inclusive, esse processo precisa ser feito logo após a venda.

Veja aqui alguns dos serviços contábeis que são importantes para pessoas físicas e para empresas.

O que é o ganho de capital?

O ganho é simplesmente o seu lucro sobre um determinado bem em sua revenda, ou seja, a diferença entre os valores de compra e de venda.

Essa diferença precisa ser positiva, pois, quando a venda de um bem ocorre por um valor menor que o valor comprado, nesse caso não há ganho de capital.

Exemplo, você vendeu um imóvel por R$ 350.000, porém, na sua compra, o valor pago por você tinha sido equivalente a R$ 250.000, ou seja, você obteve um ganho de capital de R$ 100.000.

Também são considerados como ganho de capital casos de recebimento de doações e de heranças.

Afinal, é necessário pagar imposto sobre ganhos de capital?

Sim, porém o ganho de capital tem que ser apurado e tributado separadamente, deve ser especificado na declaração de forma separada.

Existem regras específicas para cada caso – e apenas em casos de valores positivos.

Ganho de capital e declaração do IR: quem deve declarar?

Quando ocorre o ganho de capital, o contribuinte deve encaminhar uma parcela, quando obrigatório, à Receita Federal e, posteriormente, fazer a discriminação do valor na declaração no IR.

Essa obrigatoriedade se dá em todos os casos, com exceção de casos em que se aplica isenção.

Em quais casos pode-se aplicar a isenção?

  • Imóveis comprados antes de 1996;
  • No caso de venda e de compra de imóvel residencial, dentro de 6 meses, com compra no valor igual ou maior ao vendido;
  • Venda de imóveis com valores menores a R$ 35 mil;
  • Casos de desapropriação de imóveis para reforma agrária;
  • Casos de ganho de capital na venda de bens e direitos com valor unitário da venda seja igual ou menor R$ 20 mil no caso de venda de ações e ativos financeiros;
  • Em venda de veículos cujo valor seja igual ou inferior a R$ 35 mil.

Cálculo do IR sobre o ganho de capital

O valor do tributo sobre o ganho de capital é calculado tendo como base o valor da venda e a alíquota incidente.

No caso de imóveis, a alíquota de 15% em seu valor obtido após a venda, em casos de valores altos, é aplicada à alíquota progressiva.

  • Ganho de capital de até 5 milhões: é aplicada alíquota de 15%;
  • De 5 milhões a 10 milhões, sobe para 17,5%;
  • De 10 milhões a 30 milhões, 20%;
  •  E acima de 30 milhões, cobra-se 22,5%.

Com tantos detalhes, a declaração do ganho de capital pode gerar dúvidas e acarretar problemas. 

É importante contar com um profissional que tenha ferramentas e conhecimentos específicos para garantir um IRPF seguro e dentro da legalidade exigida. Por isso, a Vilac Contabilidade  presta os melhores serviços quanto a ganho de capital, e estamos prontos para te atender.

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Aprenda a realizar a recuperação tributária para bares e para restaurantes

Entenda Como Funciona A Recuperacao Tributaria Para Bares E Para Restaurantes Blog - Vilac Contabilidade

Confira o guia para recuperar créditos tributários para bares e para restaurantes

Todo empreendedor sabe que é necessário reduzir custos desnecessários e aumentar o dinheiro em caixa. Você sabia que é possível fazer isso através da recuperação de crédito tributário? Neste artigo, apresentamos a você o passo a passo!

No Brasil, onde se encontram uma elevada carga tributária e uma alta complexidade burocrática quanto ao recolhimento de impostos devidos, muitos empreendedores podem acabar pagando valores a mais ou em duplicidade. 

Mas não se preocupe, com a recuperação tributária, você pode reaver esses valores, garantindo um valor extra no seu caixa. Nós vamos mostrar a você como fazer isso!

Continue a leitura deste artigo e saiba como realizar a solicitação da restituição de tais valores. 

Como funciona a recuperação tributária?

A recuperação tributária consiste na restituição de créditos tributários pagos indevidamente ao governo, referentes a impostos, a taxas e a outras contribuições. 

Todas as empresas, sejam públicas ou privadas, independente do porte, têm direito a essa restituição.

Mas como ela funciona e como solicitá-la?

O primeiro passo é contar com o auxílio de um contador especializado. Ele realizará o levantamento dos tributos, analisando a situação detalhadamente, identificando quais impostos foram pagos a mais, o porquê desse pagamento excedente e como isso ocorreu. 

Assim, você terá transparência nas suas contas, identificando o que foi declarado na receita e o que era realmente devido. 

Para ilustrar melhor a situação, conheça os principais impostos pagos por bares e por restaurantes:

  • IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica);
  • IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • PIS (Programa de Integração Social);
  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e de Serviços).

Após identificar que realmente houve o pagamento indevido desses impostos, deve-se reunir todas as documentações e todos os comprovantes para que a recuperação seja solicitada à Receita Federal.


Feita a solicitação, é necessário esperar a análise completa e detalhada da situação a fim de que a recuperação seja aprovada ou reprovada. O processo completo pode durar em torno de até 60 dias.

Caso a recuperação tributária seja aprovada, você pode resgatar todo o valor pago em excesso nos últimos 5 anos. Além disso, esses valores são corrigidos pela taxa Selic, o que evita perdas ao receber essa devolução.

Quais as vantagens da recuperação tributária para o seu bar ou para o seu restaurante?

A recuperação de valores tributários pode trazer muitos benefícios para o seu bar ou para o seu restaurante; os principais são:

  • Aumento do fluxo de caixa: com o resgate desses valores, você pode aumentar o dinheiro em caixa para enfrentar uma crise ou para investir no próprio negócio;
  • Identificar erros e evitar cometê-los futuramente;
  • Redução da carga tributária.

Conte com os serviços especializados e personalizados da Vilac para realizar a recuperação tributária devida  e para aumentar o lucro do seu bar e do seu restaurante

Agora, você já sabe como funciona a recuperação tributária e como realizar a sua solicitação para aproveitar os benefícios desse resgate. Assim, é possível investir no crescimento e no desenvolvimento do seu bar e do seu restaurante.

O auxílio de um profissional contábil é essencial nesse processo, bem como na elaboração de um planejamento tributário e financeiro adequado para o seu negócio. 

Sendo assim, não perca mais tempo e entre em contato conosco agora mesmo. Conheça e aproveite todas as vantagens de ser atendido pelos profissionais de excelência da Vilac!

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